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Encontro de Professores que trabalham a deficiência intelectual

14/10/2010

A Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Educação está anunciando a realização, no dia 22 próximo, do III Encontro de Professores da Rede Municipal que tenham em sua sala alunos com deficiência intelectual e que recebem Atendimento Educacional Especializado (AEE) na APAE.

Este encontro terá como tema “A produção textual dentro de um contexto sócio-histórico”. Oficinas práticas do primeiro ao quinto anos serão realizadas para introduzir o professor na prática da educação com alunos deficientes, visando sua inclusão social.Nestes encontros, os professores que lidam com a deficiência intelectual são orientados a agir de modo a descobrir quais são os obstáculos que o aluno enfrenta para aprender, e descobrir também quais as barreiras que eles têm es tem para ensinar. Especialistas na área diagnosticam três principais dificuldades enfrentadas por estes alunos: falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. Mais sobre a deficiência intelectual Em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), o termo “deficiência intelectual” substituiu o termo “deficiência mental”, para evitar confusões com “doença mental”.

A doença mental é um estado patológico de pessoas que tem o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena; já a deficiência intelectual trata-se de um funcionamento intelectual inferior à média (QI), associado a limitações. Inúmeras e complexas são as causas que geram a deficiência intelectual, entre elas fatores genéticos, como a síndrome de Down; e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos.

A deficiência intelectual é um problema de diagnóstico considerado pelos especialistas como “muito difícil”. Em países desenvolvidos, a deficiência intelectual em 42% dos casos não apresenta “pistas” da origem. Já 29% dos casos são claramente de origem genética, 19% provavelmente de origem genética e 10% de origem ambiental.

Assessoria de Comunicação – SEMED

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