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Vejam o comentário do escritor e poeta anapolino Yuri Rodrigues Braz

09/07/2009

Escritor e poeta anapolino Yuri Rodrigues Braz participa de nosso blog. Veja seu comentário enviado ao blog: 

“Saudações, sou Yuri Rodrigues Braz, escritor e poeta anapolino. Jovem guardião na nossa arte, guerreiro – como todos que lutam pela cultura – e sonhador. Arranco cada verso do coração e assim os coloco no papel, cheio de sangue, de alegrias e de tristezas. Sou simpatizante do estilo clássico e busco sempre cuidar de cada poema como sendo uma rosa do grande jardim da alma.

Já tenhos textos meus (entre poemas e contos) publicados em 13 livros, em sua maior parte de Antologias. Recentemente fui convidado pela editora Multifoco, do Rio de Janeiro, para publicar meu próprio livro que deverá sair em breve. Deixo meu trabalho a disposição caso queiram publicá-lo, bastando que me avisem para que eu acompanhe. Também faço parte da União Literária Anapolina e estou escrevendo um romance que devo concluir em breve.

Gostaria de parabenizar a iniciativa e dizer que a muito Anápolis precisa de valorização nestes campos, principalmente de cultura e esporte. Valorização esta que tenho visto com a administração do senhor Antônio Gomide. Tenho acompanhado o blog e a agenda. Meus parabéns.

Aproveito o momento para sugerir eventos na área da literatura. Prêmios culturais, mostra de poesia e atividades do gênero. Deixo-me ainda a disposição para qualquer ajuda que eu possa dar a respeito do assunto.

Abraços,
Yuri Rodrigues Braz.
http://yurirbraz.blogspot.com/

 

Alguns de seus poemas:

 

O hino da nação 

Cortando o ar em tom ovante

Soou triste o hino da nação

Na tarde dos ventos uivantes

Brilhando de poesia e admiração

E trazendo o riso ao semblante,

Esperanças ao cinza do coração

Que teme sempre futuro errante

Dor qualquer de farta desilusão.

Um ritual sublime no Alvorada

Fez cintilar a chama ainda pura

De sonhos que resistem a algorada

De um país de pouca candura

Que coloca medo na mente agoniada

Com corrupção e pouca compostura.

Com a bandeira dobrada a caminhar

Os Dragões foram um último delírio

De salvação para continuar a amar

A Pátria que ainda é como um lírio;

Exala o cheiro patriota e olente

Mas que fenece sem o sol anuente

Do respeito a toda a sua gente.

 

O meu cerrado

Teus troncos tortuosos são a imagem

Da árida luta travada, oh vegetação!

Nos tons beges da tua linda paisagem

Tens frutos, tens rosas, tens perfeição.

Se teus ventos sopram seca estiagem

Tuas nascentes matam a sede do chão

Tua fauna assovia o canto selvagem

De pássaros que voam no seio da nação.

Deixa tua flora vestir-me, cerrado

Com teu manto de folhas ressequidas

Na noite do belo céu azul estrelado.

Quero apreciar tua beleza esquecida

Na casca grossa do tronco entortado

Que se retorce pela batalha da vida.

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