Vejam o comentário do escritor e poeta anapolino Yuri Rodrigues Braz
Escritor e poeta anapolino Yuri Rodrigues Braz participa de nosso blog. Veja seu comentário enviado ao blog:
“Saudações, sou Yuri Rodrigues Braz, escritor e poeta anapolino. Jovem guardião na nossa arte, guerreiro – como todos que lutam pela cultura – e sonhador. Arranco cada verso do coração e assim os coloco no papel, cheio de sangue, de alegrias e de tristezas. Sou simpatizante do estilo clássico e busco sempre cuidar de cada poema como sendo uma rosa do grande jardim da alma.
Já tenhos textos meus (entre poemas e contos) publicados em 13 livros, em sua maior parte de Antologias. Recentemente fui convidado pela editora Multifoco, do Rio de Janeiro, para publicar meu próprio livro que deverá sair em breve. Deixo meu trabalho a disposição caso queiram publicá-lo, bastando que me avisem para que eu acompanhe. Também faço parte da União Literária Anapolina e estou escrevendo um romance que devo concluir em breve.
Gostaria de parabenizar a iniciativa e dizer que a muito Anápolis precisa de valorização nestes campos, principalmente de cultura e esporte. Valorização esta que tenho visto com a administração do senhor Antônio Gomide. Tenho acompanhado o blog e a agenda. Meus parabéns.
Aproveito o momento para sugerir eventos na área da literatura. Prêmios culturais, mostra de poesia e atividades do gênero. Deixo-me ainda a disposição para qualquer ajuda que eu possa dar a respeito do assunto.
Abraços,
Yuri Rodrigues Braz.
http://yurirbraz.blogspot.com/“
Alguns de seus poemas:
O hino da nação
Cortando o ar em tom ovante
Soou triste o hino da nação
Na tarde dos ventos uivantes
Brilhando de poesia e admiração
E trazendo o riso ao semblante,
Esperanças ao cinza do coração
Que teme sempre futuro errante
Dor qualquer de farta desilusão.
Um ritual sublime no Alvorada
Fez cintilar a chama ainda pura
De sonhos que resistem a algorada
De um país de pouca candura
Que coloca medo na mente agoniada
Com corrupção e pouca compostura.
Com a bandeira dobrada a caminhar
Os Dragões foram um último delírio
De salvação para continuar a amar
A Pátria que ainda é como um lírio;
Exala o cheiro patriota e olente
Mas que fenece sem o sol anuente
Do respeito a toda a sua gente.
O meu cerrado
Teus troncos tortuosos são a imagem
Da árida luta travada, oh vegetação!
Nos tons beges da tua linda paisagem
Tens frutos, tens rosas, tens perfeição.
Se teus ventos sopram seca estiagem
Tuas nascentes matam a sede do chão
Tua fauna assovia o canto selvagem
De pássaros que voam no seio da nação.
Deixa tua flora vestir-me, cerrado
Com teu manto de folhas ressequidas
Na noite do belo céu azul estrelado.
Quero apreciar tua beleza esquecida
Na casca grossa do tronco entortado
Que se retorce pela batalha da vida.